11 setembro, 2010

contido

Um tiro de repente. O peito sangra.
- Não há, não há... Não há mais nada. Não há mais jardim, não há mais rosas, borboletas. Nenhum pássaro a cantar pra ti. Nem sequer uma mísera gota de orvalho das tuas flores. Tudo está seco, inclusive teu rosto. Tu não te reconheces mais e mal consegue levantar tua cabeça para encarar o espelho.
- ...
- É a tua realidade agora.

2 comentários:

Lilo Oliveira disse...

Nossa!
em meio a tudo, às vezes uma palavra expressa muito! ;]
Beijos

Júlia Borges disse...

laalalaaalalalaaalalalaa...
tô cantando